segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Governo do Paraná e o Estado Chinês


EPISÓDIO - OS ISENTÕES

Governo do Paraná e Governo Chinês


Um pouco de realismo
Comentário à parte. Essa página que batizei de FozVox1 – Comentários da Cidade Política [...], ela trata de temas que são introduzidos na cidade de Foz do Iguaçu [...], e eles chegam de todos os jornais, revistas, internet, Câmara Municipal etc. O comentário atual, foi visto no jornal “Acontece na Fronteira” e trata de questões do Governo do Paraná e um PROJETO de ferrovia até FOZ do Iguaçu, com a China [...], assim diz a manchete. Bem, a primeira questão é, qual China? Só existe uma, e ela é comunista [...], ela já tem o <<Terminal>> de Contêineres de <<Paranaguá>>. Assim como, em Pernambuco a China controla a distribuição de gás e combustível em 2300 postos de gasolina. E muito mais, por toda a América do Sul.

.... E neste particular com relação ao poder crescente do Estado Chinês na América do Sul, uma situação em particular chama a atenção. É sabido que o Estado Chinês compra soja dos EUA e Brasil. E neste patamar de compras não é concebível a ideia de concorrência [...], entre Brasil e EUA. Mas é obviamente “suspeitoso” em termos de <<Ocidente>> que a empresa Monsanto [...], que controla o alimento mundial [...], tenha o mesmo “espírito comunista” de <<concentração de poder>>, da China. Agora, o que acontece quando dois blocos “socialistas”, <<controladores>>, se encontram <<em países>> preparados previamente para essa ação “intervencionista” de dois blocos de domínio mundial? Ora, que ele também passe a reagir, segundo interesses internacionais. Digo, países, aqueles que tiveram seus presidentes eleitos pelo Foro de s. Paulo desde 1990 [...], e que o “sistema Lula de governos”, leia: “movimento do comunismo internacional” [...], pagou com o dinheiro tirado à carteira das pessoas, 1 trilhão de reais, para se servir e servir [...], e entregar o povo desses países da América do Sul [...], a um modelo de comunismo ocidental/oriental.
Curiosamente, isso acontece em meio a estranhas queimadas no Amazonas e uma ameaça [...], de intervenção desde a França e um “apaziguamento”[...], desde Alemanha e Inglaterra! Em nome, do “meio ambiente”, aquele das oncinhas ... Enquanto isso, cresce o número de pessoas nas ruas e cresce também a hipocrisia midiática, além de muito cinismo.
Neste cenário absolutamente surreal o jovem governador do Paraná, filho de um velho político de Luiz Inácio [...], e regiamente pago por suas produções cenográficas [...], desde um ex candidato a presidente do País [...], que não deu certo [...], o senhor Silvio Santos, do Grupo com o mesmo nome [...], o senhor Governador, sem considerar os tradicionais parceiros econômicos do País [...], no Ocidente, e talvez com a vã ilusão de <<garantir um mercado de soja e carne >> facilita [...], como quem quer ver do brasileiro um servo [...], o trabalho do Estado Chinês de domínio da economia na América do Sul. Isso é responsabilidade de seu governo.
A ficção burocrata, tecnocrata e <<artificial>> de pessoas bem-pagas, elas só têm olhos, para o macro interesse das potências [...] e nunca, a situação real que vive o povo, nas cidades médias, que também ignoram.
Todo o empenho do governador, garante bons negócios à China, ao Paraguai e, ao Brasil [...], Brasil, que ainda não conhecemos.

Diz o projeto: “o projeto prevê o transporte por via fluvial e terrestre entre Foz do Iguaçu e Cascavel pela nova perimetral leste, parte do projeto milionário da segunda ponte entre Brasil e Paraguai [...], além do transporte ferroviário, o que concretizara aumento expressivo da movimentação de trens e cargas no Oeste do Paraná ampliando a geração de empregos e o PIB do Estado”.

Pois bem, senhores [...], os senhores conhecem o Capitalismo no Brasil? Ou melhor, o que virou o capitalismo no País e como ele está reagindo nas cidades? Não, os senhores não sabem, e se sabem é muito mais grave.
Os senhores têm noção de que, o que estão fazendo, é entregando o País a um Estado Comunista? Se os senhores não conhecem as cidades médias, se os senhores se desgostam do capitalismo [...], que gera 3 a 1 dos empregos no Brasil, isso não lhes dá o direito de decidirem [...], pela sua própria descrença [...], naquilo que os senhores construíram na má política [...], os destinos de milhões de pessoas. Ainda mais, considerando que a eleição no Brasil das últimas décadas tem um histórico criminoso, desde a fundação do Foro de s. Paulo, que os senhores ISENTÕES, fingem não conhecer.
E por isso, os senhores não se dão conta, de que ignoram as pessoas e o próprio capitalismo. Tudo o que fazem é engrandecer os negócios de Estado. Na verdade, segundo o seu ponto de vista não importa qual Estado! Ora, quem vai usar a maldita ponte? O povo? E para que? Muambas da China? Ou soja do Agro-negócio? E porque a soja precisa passar pela 2ª. ponte? Ora, quem, não vai usar, a sua estrada de Ferro de Cargas, não é preciso dizer [...], o povo! Quer dizer, os senhores podem fazer o estrago corporativo que quiserem – não há inconvenientes do “meio ambiente” [...], mas, os 17 quilômetros de uma maldita estrada no lugar errado, pode inibir o crescimento de várias cidades, às quais os senhores ignoram soberbamente. Ora criançada e o momento de pedir ajuda aos EUA [...], infelizmente os universitários se dedicam a guerrilha [...], e façam isso rápido, antes que se percam nas contas e na sua ambição pueril de playboy do século XXI.  

ET. Se os senhor não gostam da forma como falei é exatamente da mesma forma como os senhores estão agindo! Se é que me entende?

O ISENTÃO


O ISENTÃO


O Trecho que segue imediatamente, tirei do informativo Conexão Política.
O termo “isentão”, se refere à recente história da política brasileira que escondeu [...], o sumiço de <<um trilhão de reais>>, escondeu <<alianças criminosas>>, atrás de um simples adjetivo: “corrupto” de corruptela e o isentões não querem lembrar disso, como se isso, nunca tivera existido ou, porque querem mais ou, vão se lavar no próprio crime de lesa pátria. (Isso é apenas um “trocadilho” a análise original é de O. de Carvalho).

O presidente Jair Bolsonaro criticou a postura da imprensa após postar em suas redes sociais que o jornalista do Globo, Merval Pereira, recebeu R$375 mil para palestrar pelo Senac/RJ.
“Acabei de postar aí uma matéria sobre o Merval Pereira. Palestra por R$ 375 mil, tá legal? Tá ok? 375 ‘pau’ [por] uma palestra no Senac, tá ok? Façam matéria agora. Se vocês não fizerem nenhuma matéria sobre isso amanhã nos jornais, eu não dou mais entrevista para vocês, tá legal? Tá combinado? Toda a imprensa, tá combinado? E tem mais nome também, eu só botei um ‘nomezinho’ hoje. Não estou perseguindo ninguém. Agora, gastar dinheiro público para palestras, aí é brincadeira. Fica escrevendo o tempo todo lá críticas. [Tem que] Criticar, mas mostrar que é uma pessoa isenta, né? Imprensa isenta. Se não fizerem matéria escrita amanhã nos jornais, não tem mais entrevista para vocês aqui, tá legal? ”, declarou o presidente. (Trecho retirado do informativo Conexão Política, 26/08/2019).
____________________________

Uma empresa privada, se quiser pagar isso, para um cara falar, ou cantar, ou jogar bola, ou se masturbar na TV, seja ele ou ela quem for, boa sorte [...], é problema da empresa. Mas quando um SENAC que recebe verbas do governo e das corporações aliadas do “sistema político-econômico” corporativo [...], e ainda aliado a toda uma rede de escolas do sistema, faz isso [...], um pouco mais, um pouco menos, isso não importa [...], é mal sinal.
Não precisaria ser 375, poderia ser 5 mil! E não precisaria ser ninguém em especial, qualquer um!
Supõem-se, que um dirigente – diretor – do Senai, do Senac, não precise de recomendações de palestras. E digo isso, nesse momento, depois de tantos anos [...], fazendo coisas erradas ou inertes. E só agora, quando a “água-bate-no-traseiro”, é que se acordam?
Ou seja, é um SINAL de que o SENAC e SENAI, estão sendo fritados e trocados pelo seu concorrente [...], outro ISENTÃO, o SEBRAE.
O Senac e o Senai cumpriram uma missão <<decente>> enquanto a o setor industrial e as multinacionais civilizavam o País e o comércio crescia “a-olhos-vistos”.
Mas, com a quebra do parque industrial e uma <<mudança radical>> no sistema de produção Ocidental, que imigrou para a China [...] e, o nivelamento dos salários pelas funções serviçais [...], como a dos Eunucos, que vivem na brisa [...], vendo lindas mulheres [...], mas sem poder tocá-las – evidentemente, mais especificamente na Área de Serviços do Setor Privado! [...], que mais ou menos, foi o que restou para as cidades médias [...], então, o Senac e Senai se transformaram em uma espécie de “diploma empoeirado pendurado em parede”.
Essas instituições, incluindo o Sebrae, tiveram muito tempo [...], para pensarem sobre a produção, nos diversos modelos de municípios, mas nunca conseguiram transpor a barreira do comodismo [...], “em time que está ganhando não se mexe” [...], “as indicações têm preferências” [...], nunca se imaginaram, fora da “zona de conforto”. Os comandantes militares no geral, fazem isso, o tempo todo. As câmaras municipais também fazem isso.
Não é novidade! Isso é o caldo deletério de uma Cultura que criaram à sua “imagem e semelhança”, dos privilégios estatais, na contramão do ódio ao capitalismo.  E também a ignorância visceral desse último, que não soube, como não sabe reagir à política!
Realmente uma cultura artificial que os beneficiava enquanto outros eram esfolados. E isso parecia reconfortante, coisas do novo mundo! Como são hoje, reconfortante as elucubrações ideológicas e hipotéticas [...], e porque não, isentonas [...], que fundam a existência das Fundações Culturais aliadas às Universidades que também vivem a sua “zona de conforto”, até que o dinheiro escasseie.
Há duas possibilidades de o Senac RJ, ter feito essa bobagem: primeiro, o mais óbvio, movimentação de capital. Segundo, o mais grave, acreditar que possa entender em uma palestra de duas horas, o que não entendeu por toda uma vida! 


https://youtu.be/VciWYOv-x80